domingo, 17 de fevereiro de 2008

PAZEANDO

Imagem Professor Clóvis.Em palestra para professores
na semana pedagógica no Município de Maracanaú - Ceará

Pazeando
Existe um verbo tão belo,
Atual, tão necessário
Que é preciso urgentemente
Tirá-lo do dicionário
Estava tão escondido
Mal divulgado, mal lido
Sequer diziam: - Aqui jaz!
O seu nome é: PAZEAR
Que traduz: harmonizar
E estabelecer a PAZ

Na sua conjugação
Presente do indicativo
EU PAZEIO logo em mim
A PAZ é sujeito ativo
E todos ao meu redor
Percebem que eu sou melhor
Mais produtivo e capaz
Mais amigo, mais irmão,
E até melhor cidadão
Pois conduzo em mim a PAZ

TU PAZEIAS e a vida
Pra ti bela se apresenta
Tens o fardo mais maneiro
Nunca, jamais te apoquentas
Tua família é mais calma
E dentro da tua alma
Há harmonia demais
Há o respeito e o calor
Há concórdia e esplendor
Pois permaneces na PAZ

E na terceira pessoa
Já sei que ELE PAZEIA
E sei que da liberdade
Sua vida está cheia
Respeito e Não-violência
São dele a pura essência
E ele nunca fica atrás
Se a consciência consulta
Vê decência, amor e luta
Na instauração da PAZ

E ao chegar no plural
Eu, Tu, ele, NÓS PAZEAMOS
A força se faz mais forte
E aos poucos nós mudamos
A face triste da Terra
Já começa o fim da guerra
Pois a ação nos satisfaz
Lutamos por igualdade
Por respeito e liberdade
Somos bandeiras da PAZ

Porém se além de nós
Vemos que VÓS PAZEAIS
Já passa a haver alegria
E harmonia demais
E a Terra vai melhorando
Todo mundo vai se amando
Numa corrente audaz
Em tão forte aliança
Levando tanta esperança
Consolida-se a PAZ

Imaginem a maravilha
Se ELES PAZEIAM também
Acabando a omissão
Instituindo esse BEM
Na superfície da Terra
Destruindo toda guerra
Com ações fenomenais
Instaurando a consciência
De um mundo sem violência
Um mundo de amor e PAZ

EU PAZEIO, TU PAZEIAS
E ELE PAZEIA, também
E juntos NÓS PAZEAMOS
Na força do grande BEM
A vida de sonho e dores
Dos grandes pazeadores
Nos pergunta: - VÓS PAZEAIS?
E até hoje ELES PAZEIAM
Não se omitem, nem se alheiam
Pra que o mundo tenha PAZ!

- Merlânio Maia (PB)

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Paz no carnaval


Muita paz, saude e amor pra todos vcs....

Nosso cantinho no carnaval Caucaia - Ceará

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Natureza Bela


Esta foto, foi no Coité. Fica em Caucais- Ceará....
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Coité- Caucaia Ceará

Natureza


htlm
Posted by Picasa

sábado, 5 de janeiro de 2008

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

NATALLLLLLLLLL





Quero ver você não chorar,
Não olhar para trás,
Nem se arrepender do que faz.
Quero ver o amor vencer


E se a dor nascer,Você resistir e sorrir.
Se você pode ser assim,Tão enorme assim eu vou crer
Que o Natal existeE ninguém é tristeQue no mundo há sempre amor.



Bom Natal, um feliz Natal,muito amor e paz pra você,pra você!



















FELIZ NATAL

Minha Árvore de Natal
Quisera, Senhor, neste Natalarmar uma árvore dentro de meu coração,e nela pendurar em vez de presentes,os nomes de todos meus amigos.
Os meus amigos de longe e de perto.Os antigos e os mais recentes.
Os que vejo a cada dia e os que raramente vejo.
Os sempre lembrados e os as vezes esquecidos.
Aqueles a quem eu conheço profundamente,e aqueles que não são muito conhecidos,a não ser nas aparências.
Os constantes e os inconstantes.Os das horas difíceis e os das horas alegres.Os que sem querer magoei e os que sem querer me magoaram.Os que pouco me devem e aqueles a quem devo muito.
Meus amigos jovens e velhinhos,não esquecendo também das criancinhas, ternas amiguinhas,os nomes de todos que já passaram por minha vida.
Aqueles que eu conheço, sem me conhecerem,aqueles que me conhecem, sem que eu os conheça,que me admiram e estimam sem eu saber,e os que admiro e estimo sem lhes dar a entender...
Uma árvore de raízes profundas,para que os seus nomes nunca sejam arrancados do meu coração,seus ramos muito extensos, para receberem outros ramos.
Sua sombra muito agradável para que nossa amizadeseja um momento de repouso em nossas horas difíceis da vida!!!
Autoria: Maria Christina Tourinho
Boas Festas!!

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Ser feliz é...

FELIZ NATAL.................

Ser Feliz é...
ACEITE-SE TAL COMO VOCÊ É, INCONDICIONALMENTE Você não é do tamanho da sua conta bancária,o bairro onde mora, a roupa que usaou o tipo de trabalho que faz.Você é, como todo mundo,uma mistura extremamente completade capacidades e limitações.


GOSTE DAQUILO QUE VOCÊ TEM Valorizar o que se tem – em vez de lastimar-sepelo que não se tem ou não se pode ter– leva a uma felicidade maior. COMPREENDA QUE A


SATISFAÇÃO COMPLETA NÃO EXISTE Se você acha que é possível ter uma vida perfeita,viverá em eterna frustração.Altos e baixos, alegria e tristeza,entusiasmo e decepção são partes integrantes da existência.Lute sempre para melhorar e alegre-se com suas conquistas.


OS ACONTECIMENTOS SÃO TEMPORÁRIOS O tempo realmente cura tudo.Nossas decepções são importantes e sérias,mas a tristeza passae a vida nos leva por novos caminhos.Dê tempo ao tempo.


NÃO SE ESQUEÇA DE SE DIVERTIR Reserve, todos os dias,algum tempo para se divertir, dizer bobagens, rir...


ABRA-SE PARA NOVAS IDÉIAS Nunca pare de aprender e se adaptar.O mundo está sempre mudando.


NÃO DEIXE SUA VIDA GIRAR EM TORNO DE UMA COISA SÓ A vida é feita de muitas facetas diferentes.A obsessão por alguma coisa nos torna incapaz de usufruiroutras e nos faz perder oportunidades de beleza e alegria.


PRESTE ATENÇÃO. VOCÊ TALVEZ TENHA O QUE DESEJA A tendência humana é sempre querer mais.Por isso é tão importante nos darmos contado que temos e do que conseguimos alcançar durante a vida.


TENHA UMA BOA NOITE DE SONO Não economize sono.As pessoas descansadas sentem que trabalham melhore chegam mais dispostas ao fim do dia. (Extraído do livro: “Os 100 segredos das pessoas felizes”,de David Niven – Ed. Sextant)

domingo, 4 de novembro de 2007

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

O gatinho


Que gatinho sapeca KKKKKKKKKKKKK
Só para distrair....Boa seman para todos

domingo, 19 de agosto de 2007

Paz na escola: O clamor ético dos nossos tempos
Denise Paiva - Diretora do Departamento da Criança e do Adolescente, Secretaria de Estado dos Direitos Humanos, Ministério da JustiçaA escola vive um dilema.

Ela constitui, no imaginário coletivo, espaço privilegiado de formação da criança, do adolescente e do jovem. Seu papel é entendido como devendo ir além da socialização do conhecimento. Dela se espera que socialize também hábitos de relações intersubjetivas de paz que, ao se entrelaçarem no tecido social, conferem sustentação ao exercício dos direitos e deveres no convívio dos indivíduos e das comunidades.
A paz que se vislumbra na escola e a partir da escola não é passiva. Ela é ativa e tem tudo a ver com a prática efetiva dos Direitos Humanos no cotidiano da sociedade.Mas, por outro lado, a escola surge aos olhos do país como lugar marcado por atos de violência: assaltos, balas perdidas, estupros, depredações, brigas e outras formas, talvez mais sutis mas não menos lesivas de agressões perpetradas na interação do indivíduo jovem com o meio social. Segundo dados estatísticos recentes, escolas são afetadas pela violência em todas as cinco regiões do país, sendo que a média nacional atinge o índice preocupante de 56%. E o fenômeno já não se restringe aos grandes centros urbanos, mas penetra o interior do país instalando-se em cidades de médio e até pequeno porte.
O governo federal não podia ficar indiferente diante dessa realidade. De fato, teve a sensibilidade de conceber um programa voltado para pacificar as escolas, revitalizando-as em seu ambiente interno e em sua vizinhança. O programa, com o nome de Paz nas Escolas é coordenado pela Secretaria de Estado dos Direitos Humanos do Ministério da Justiça, mas atua em estreita articulação com o MEC e outros ministérios, com secretarias estaduais e municipais, assim como com organizações da sociedade civil.Em seus primeiros meses de vida, o programa já mostrou que a população brasileira também não está indiferente. Ela não só rejeita a violência, mas está disponível para envolver-se com iniciativas locais, regionais e nacionais de construção da paz. São inúmeros, país afora, os exemplos de ação dignas de apoio nas áreas metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro, em capitais do Norte, Sul e Nordeste, no Distrito Federal e seu entorno, em cidades do interior de Minas e Alagoas.
Em Pernambuco, é todo o estado que se mobiliza em um plano aberto a praticamente todos os municípios e todas as escolas. Esse trabalho é marcado pela diversidade de mobilizações surgidas nas escolas, nas praças, nas polícias, sobretudo a militar, nas associações comunitárias, nos grêmios estudantis, todas repetindo a lição de que, se a violência apresenta multiplicidade de feições, também as iniciativas de paz estão presentes em todos os segmentos da sociedade, criando espaços de interlocução e interação. Na verdade, três atores sociais são particularmente visados, a saber: as escolas, as organizações comunitárias e as polícias.A inserção da polícia na vida cidadã das escolas passa pelo reordenamento conceitual da segurança dos cidadãos exercida a partir da ótica do serviço e da defesa da democracia e não do arbítrio e do poder. Essa lógica leva à superação dos estereótipos da ação repressiva e à assimilação da prática preventiva em relação à violência e educativa em relação aos jovens.As organizações comunitárias constituem outro ator importante e como expressão dos movimentos sociais, refletem as preocupações das famílias com a violência dentro e fora da escola.

Ao evitar a apropriação governamental das práticas e dos ideais dessas associações, o programa contribui para legitimá-las como instâncias mediadoras entre as políticas públicas e os movimentos sociais atuantes no país.A valorização plena da escola como ator fundamental de um programa dessa natureza supõe o desejo, a aceitação e a manifestação da vontade de participar, evitando-se o caráter de imposição formal e coativo do Estado. Admitido esse critério, deve-se reconhecer também que a escola dispõe de grande e variado poder de observação e análise das situações de violência dentro e fora de seus muros; de assimilação dos conteúdos de ética e cidadania; de mobilização de inúmeras instâncias coletivas de decisão e representatividade; de articulação direta com as famílias, de mediação junto aos mais diversos órgãos do poder público.

Em síntese, o programa Paz nas Escolas molda sua ação numa perspectiva de gestão pública descentralizada, ágil e flexível. Sua elaboração, articulação, execução, avaliação e replanejamento têm-se pautado em três princípios norteadores: a urgência da ética e a ética da urgência exigida pela gravidade da questão da violência e a consciência cívica da sociedade brasileira, a convergência de propósitos de um sem número de parceiros desejosos de desconstruir a cultura da violência e construir uma cultura e um ambiente de paz e a busca de resultados, ou seja, de indicadores e sinais concretos e estruturais de que é possível proteger a vida e defender a justiça com positividade e eficácia.

terça-feira, 24 de julho de 2007

Quixadá



Semi-árido nordestino

Demografia
Faz parte do chamado "semi-árido" nordestino, caracterizado por solos que se encharcam na chuva e ressecam facilmente nos períodos de estiagem, lençois de água superficiais geralmente salinizados, vegetação típica de caatinga, clima tropical quente.

Quixadá tem uma área de 2.059 km2, uma população estimada pelo censo do IBGE de 1999 de 69. 504 habitantes, densidade populacional de 27,16 hab./km2.



Avicultura

Comércio
A avicultura, juntamente com o comércio, é o principal setor da economia quixadaense. São quatro granjas de grande e médio porte: Granja Feliana Ltda, Granja Abrigo Ltda, Quixadá Alimentos Avículas Ltda (QUIAVE) e Carneiro Avícola Ltda (CARVIL).

A economia de Quixadá depende principalmente do comércio e do subsetor Serviços, onde trabalha aproximadamente 59% da população ocupada (deste montante, 51% são trabalhadores autônomos).


quarta-feira, 11 de julho de 2007

Perdão


*´¨) *´¨) TÚ ÉS JESUS O MEU SENHORIO*´¨) *´¨)*´¨) ¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨) (¸.•´ (¸.•` * ..:¨¨**¤°¨¨°... ..:¨¨**¤°¨¨°...A Oração do Perdão..:¨¨**¤°¨¨

°... Eu perdôo você... por favor, me perdoe...

Você nunca teve culpa... Eu também nunca tive culpa...

Eu perdôo você... me perdoe, por favor.

A vida nos ensina através das discórdias... e eu aprendi a lhe amar e a deixá-lo(a) ir de minha mente.

Você precisa viver suas próprias lições e eu também. Eu perdôo você... me perdoe em nome de Deus.

Agora, vá ser feliz, para que eu seja também.

Que Deus te proteja e perdoe os nossos mundos. As mágoas desapareceram de meu coração e só há Luz e Paz em minha vida.

Quero você alegre, sorrindo, onde quer que você esteja...

É tão bom soltar, parar de resistir e deixar fluir novos sentimentos! Eu perdoei você do fundo de minha alma, porque sei que você nunca fez nada por mal e sim porque acreditou que era a melhor maneira de ser feliz... ... me perdoe por ter nutrido ódio e mágoa por tanto tempo em meu coração.

Eu não sabia como era bom perdoar e soltar; eu não sabia como era bom deixar ir o que nunca me pertenceu.

Agora sei que só podemos ser felizes quando soltamos as vidas, para que sigam seus próprios sonhos e seus próprios erros.

Não quero mais controlar nada, nem ninguém.

Por isso, peço que me perdoe e me solte também, para que seu coração se encha de amor, assim como o meu.

Muito obrigada!

Faça esta oração à noite, antes de dormir, para seu inconsciente absorvê-la totalmente. Atenção: Visualize o rosto da pessoa que você precisa perdoar, ou ser perdoado(a) por ela, e diga cada palavra, do fundo do coração, chamando-o(a) pelo nome.


Mensagem inspirada por Cristina Cairo, num momento de perdão SP 05/4/03

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terça-feira, 10 de julho de 2007

Quixadá


Apenas uma definição é consenso quanto à origem do nome Quixadá.

É uma palavra derivada de alguma das línguas indígenas faladas no território cearense antes do descobrimento. Exceto isto, há grandes controvérsias. Em alguns documentos antigos figura como Queixada ou Quixedá. Para Paulino Nogueira, em seu livro vocabulário indígena em uso na província do Ceará (1887), presume que o nome vem da tribo Tapuia dos Quixaras. Para Teodoro Sampaio, a palavra pertence a Língua Cariri e não tem significado. Segundo Martins, significa "Oh! Eu sou o Senhor, Qui = oh, Xé = eu e Uará = senhor, tendo-se corrompido em Quixadá.


Pompeu Sobrinho atribuiu, em princípio, a esse topônimo a origem tupi e deu-lhe a seguinte interpretação: Qui = ponta, Chai = gancho ou torcida e Ita = pedra, donde se conclui: pedra da ponta encurvada ou torcida. Essa interpretação se relaciona com a paisagem quixadaense onde existem pedras singulares como por exemplo, a Galinha Choca, Bico de Arara, além disso, segundo o autor, também pode ser a corruptela da palavra queixada ou quintal de rocha. Eusébio de Souza diz ser o vocábulo de origem tupi-guarani que significa pedra da ponta curvada. Os antigos habitantes falavam em Curral de Pedra, haja vista a localização da cidade que de fato, está cercada de pedras.

Começou com a colonização da área compreendida atualmente pelo município de Quixadá através da penetração do Rio Jaguaribe, seguindo seu afluente o Rio Banabuiú e depois o Rio Sitiá., cujo objetivo principal era a conquista de terras para a pecuária de corte e leiteira.

A região foi habitada pelos índios Canindés e Genipapos pertences ao grupo dos Tararíus, resistindo à invasão portuguesa no início do século XVII, sendo pacificados em 1705, quando Manoel Gomes de Oliveira e André Moreira Barros ocuparam as terras quixadaenses.

A primeira escritura pública foi a do Mosteiro Beneditino, hoje Casa de Repouso São José, Serra do Estevão, onde hoje é o distrito de Dom Maurício, em 1641. Manoel da Silva Lima, alegando ter descoberto dois olhos d'água, obteve uma sesmaria, era o processo de compra na época.


Essas terras, inicialmente de Carlos Azevedo, eram o "Sítio Quixadá" adquirido por compra conforme escritura de 18 de dezembro de 1728.

Foi vendido, a José de Barros Ferreira em 1747. Oito anos depois José de Barros, construiu casas de morada, capela e curral, lançando assim as bases da atual cidade de Quixadá. José de Barros é considerado o legítimo fundador da cidade. A fazenda prosperou e se transformou em distrito do município de Quixeramobim.

27 de outubro de 1870, Quixadá foi desmembrado de Quixeramobim por força da lei provincial nº 1347, tornou-se município. Deste período até hoje, teve cinqüenta e três governos municipais, sendo o fazendeiro Laurentino Belmonte de Queiroz, o primeiro prefeito no período de 1871 a 1873.

Quixeramobim


Quixeramobim conta com os seguintes distritos:

Encatado - Distrito criado pela lei número 2158 de 9 de dezembro de 1953.Lacerda - Seu nome primitivo era São João, que por força de decreto lei número 448 de 20 de dezembro de 1938, mudou para sebastião de Lacerda que fora Ministro da Viação. O distrito foi criado em 1933.


Manituba - Criado em 1933 com a denominação de Algodões e pelo decreto lei número 1114 de 30 de dezembro de 1943, recebeu o nome de Manituba.


Passagem - O povoado de Passagem foi elevado a distrito em 22 de novembro de 1951, pela lei número 1153. Porém já o fora em 1946/47.


Pirabibu - Banhado pelo rio do mesmo nome. Antes chamado de Canafístula. Elevado a vila pelo decreto lei número 448 em 20 de dezembro de 1938, quando recebeu o nome de Pirabibu.São


Miguel - Elevado à categoria de distrito, pela mesma lei que criou o do Encantado. A vila está às margens do Riacho Carnaúba afluente do Rio Quixeramobim.


Uruquê - Elevado a distrito pelo decreto de número 1156 de 4 de dezembro de 1933 com a denominação de Uruquê. Antes era chamado de Francisco Sá, devido a Estação Ferroviária, inaugurada em 4 de agosto de 1894.


Nenelândia - A lei municipal número 469 de 26 de abril de 1990 criou o distrito de Nenelândia, com sede na antiga localidade Cangati.


Belém - Esse distrito foi criado a 5 de maio de 1990 pela lei municipal número 1475. Limita-se com a Sede, Uruquê e Nenelândia.

domingo, 1 de julho de 2007

PAZ



PAZ
O logotipo da Campanha para o desarmamento nuclear tornou-se um símbolo da paz internacionalmente reconhecido.
Paz é geralmente definida como um estado de calma ou tranquilidade, uma ausência de perturbações ou agitação. Derivada do latim Pax = Absentia Belli, pode referir-se à ausência de violência ou guerra. Neste sentido, a paz entre nações, e dentro delas, é o objectivo assumido de muitas organizações, designadamente a ONU.
No plano pessoal, paz designa um estado de espírito isento de ira, desconfiança e de um modo geral todos os sentimentos negativos. Assim, ela é desejada por cada pessoa para si próprio e, eventualmente, para os outros, ao ponto de se ter tornado uma frequente saudação (que a paz esteja contigo) e um objectivo de vida. A paz é mundialmente representada pelo pombo.

Tipos de paz
Paz Eterna - conceito elaborado pelo filósofo Immanuel Kant, inspirado nos ideais da Revolução Francesa. Designa um estado de paz mundial, obtido através de uma "república" única, capaz de representar as aspirações naturalmente pacíficas de todos os povos e indivíduos. Como o próprio filósofo esclarece, o termo é derivado de uma piada, onde a inscrição "Paz Eterna" é usada como legenda na ilustração de um túmulo.
Paz pela Lei - lema da Organização do Tratado do Atlântico Norte, baseia-se na idéia de Kant e sugere que a paz deva ser obtida através de legislação em assuntos internacionais, capaz de regulamentar as relações diplomáticas, os conflitos de interesse, etc.
Paz pela força - obtida quando um indivíduo, instituição ou Estado é fortalecido de tal forma, que toda tentativa de subversão do status quo é desestimulada. Em inglês original, peace through strength.
Paz do terror - ocorre quando nações são capazes de causar destruição total umas às outras através de artefatos bélicos absurdamente poderosos (bombas atômicas, por exemplo). A posse sobre tais arsenais naturalmente desestimula as agressões mútuas. Conceito sugerido pelo estudioso Raymond Aron em seu livro "Peace and War Among Nations".
Paz social - é a aplicação sociológica do conceito primário de paz, podendo ser entendida como a convivência harmoniosa com as diferenças em uma comunidade.

Prémio Nobel da Paz

O Prémio Nobel da Paz é atribuído anualmente a pessoas que se evidenciaram pelo seu contributo para o fim de períodos prolongados de violência, conflito ou opressão através do seu empenho e liderança moral. No entanto, algumas controversas atribuições deste prémio contemplaram antigos guerrilheiros e supostos terroristas que se acredita terem ajudado ao fim de situações similares fazendo concessões excepcionais no sentido da pacificação.
Eis alguns laureados com o Prémio Nobel da Paz cuja atribuição ainda hoje suscita alguma controvérsia:
Rev. Martin Luther King, Jr. (laureado em 1964);
Henry Kissinger (laureado em 1973);
Nelson Mandela e o antigo Presidente Frederik Willem de Klerk (laureados em conjunto em 1993);
Yasser Arafat (laureado em 1994);
David Trimble (laureado em 1998).

O Wikcionário possui o verbete: paz

O Wikiquote tem uma coleção de citações de ou sobre: Paz.
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Paz"

VIDA


A vida
Como é que sabemos se uma dada entidade é ou não um ser vivo? Seria relativamente simples avançar um conjunto prático de critérios se nos limitássemos à vida na Terra tal como a conhecemos (ver biosfera), mas mal abordamos questões como a origem da vida na Terra, ou a possibilidade de vida extraterrestre, ou o conceito de vida artificial, torna-se claro que a questão é fundamentalmente difícil e comparável em muitos aspectos ao problema da definição de inteligência.

Uma definição convencional
Por mais simples que possa parecer, ainda é muito difícil para os cientistas definirem vida com clareza. Muitos biólogos tentam a definir como um "fenômeno que anima a matéria".
De um modo geral, considera-se tradicionalmente que uma entidade é um ser vivo se exibe todos os seguintes fenómenos pelo menos uma vez durante a sua existência:
Crescimento.
Metabolismo, consumo, transformação e armazenamento de energia e massa; crescimento por absorção e reorganização de massa; excreção de desperdício.
Movimento, quer movimento próprio ou movimento interno.
Reprodução, a capacidade de gerar entidades semelhantes a si própria.
Resposta a estímulos, a capacidade de avaliar as propriedades do ambiente que a rodeia e de agir em resposta a determinadas condições.
Estes critérios têm a sua utilidade, mas a sua natureza díspar torna-os insatisfatórios sob mais que uma perspectiva; de facto, não é difícil encontrar contra-exemplos, bem como exemplos que requerem maior elaboração. Por exemplo, de acordo com os critérios citados, poder-se-ia dizer que:
O fungo tem vida (facilmente remediado pela adição do requisito de limitação espacial, ou seja, a presença de alguma estrutura que delimite a extensão espacial do ser vivo, como por exemplo a membrana celular, levantando, no entanto, novos problemas na definição de indivíduo em organismos como a maioria dos fungos e certas plantas herbáceas).
As estrelas também poderiam ser consideradas seres vivos, por motivos semelhantes aos do fungo.
Mulas e outros híbridos do tipo não são seres vivos, porque são estéreis e não se podem reproduzir, o mesmo se aplicando a humanos estéreis ou impotentes.
Vírus e afins não são seres vivos porque não crescem e não se conseguem reproduzir fora da célula hospedeira, mas muitos parasitas externos levantam problemas semelhantes.
Se nos limitarmos aos organismos terrestres, podem-se considerar alguns critérios adicionais:
Presença de componentes moleculares como hidratos de carbono, lípidios, proteínas e ácidos nucleicos.
Requisito de energia e matéria para manter o estado de vida.
Composição por uma ou mais células.
Manutenção de homeostase.
Capacidade de evoluir como espécie.
Toda a vida na Terra se baseia na química dos compostos de carbono, dita química orgânica. Alguns defendem que este deve ser o caso para todas as formas de vida possíveis no universo; outros descrevem esta posição como o chauvinismo do carbono.