domingo, 20 de julho de 2014

Micose de unha

Remédios caseiros para micose de unha


  • Misture uma pequena colher de óleo de oliva com 3 gotas de óleo da árvore do chá e aplique diretamente sobre a unha durante 20 dias, alternadamente, isto é, um dia sim outro não;
  • Introduza a unha no sumo de vários limões ou passe o limãodiretamente sobre a unha;
  • Derrame um copo de vinagre de maçã em um recipiente com água. Deixe os pés de molho por 20 minutos e, logo após, seque bem. Utilize um secador de cabelo, em temperatura moderada, para que absorva toda a umidade que possa ter ficado por baixo das unhas;
  • Misture uma pequena colher de azeite de oliva com 3 gotas de óleo essencial de orégano e aplique todos os dias sobre a unha afetada, durante três semanas seguidas;
  • Misture em um esmalte de unhas transparente: 1 dente de alhomuito bem picado, 3 gotas de iodo branco e 7 gotas de limão. Deixe repousando por uma semana e depois aplique uma camada na unha que tiver micose por duas semanas. O esmalte pode ser retirado usando removedor e algodão;
  • Misture 1/2 copo de óleo de rícino com 7 gotas de limão em um recipiente. Deixe os pés de molho nesta mistura. Faça isso por seis semanas consecutivas.  Sempre lave seque bem os pés após o processo;


  • Ferva 5 dentes de alho em um copo de água. Derrame o preparo em um recipiente e, quando o líquido estiver morno, coloque os pés, mantendo as unhas submersas. Deixe agir por pelo menos 15 minutos, em seguida, seque bem. Repita este processo por quatro semanas;
  • Misture o bicarbonato de sódio com água até que forme uma pasta. Utilize um algodão para aplicar sobre toda a unha e, se possível, embaixo dela também (para que entre em contato com a pele). Deixe agir por alguns minutos e, em seguida, seque bem.
  • Coloque para ferver 2 copos de água com 3 colheres de tomilho, durante 5 minutos. Apague o fogo, tape a panela e deixe esfriar. Depois, coloque o preparo embebido em algodão na unha com micose.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

BIRINJELA


  • A berinjela tem como vantagem um alto teor de nutrientes e um baixo teor de calorias. Além disso, atua como excelente diurético, combate a retenção de líquidos e sacia a fome;
  • Temos que ter claro que, para perder a gordura abdominal – ou, em outras palavras, perder peso – temos que mudar nossos hábitos. Ou seja, a água de berinjela nos ajudará apenas se mantivermos uma dieta equilibrada e praticarmos pelo menos meia hora de exercícios por dia;
  • A água de berinjela dispõe de propriedades depurativas e desintoxicantes, não contém gorduras, apenas calorias, e ainda assim, poucas. Além disso, seu teor nutricional oferece o necessário para completarmos nossa dieta de maneira adequada e saudável;

SAL NA LIMPEZA DE CASA

Usos do sal na limpeza de casa


  • Elimina toda a sujeira que se produz por queimas ou derramamento nas panelas, frigideiras, panela de pressão, forno e boca do fogão. Aplique bastante sal e retire com toalha de papel.
  • Retira as manchas de vinho dos tecidos, você deve secar com movimentos para cima, aplicando sobre a área atingida uma quantidade generosa de sal. Deixe por alguns minutos e depois enxágue a peça, caso se trate de uma roupa. Se for um tapete, varra e passe o aspirador.
  • Desodoriza e limpa a geladeira. Aplique sal e água com gás na porta e dentro da geladeira por alguns minutos antes de descongelar ou limpar.

Saúde - benefícios do café

Últimas pesquisas: benefícios do café


Como curiosidade e fato interessante a considerar, adicionaremos os recentes estudos publicados na revista norte-americana“Hepatology”, os quais um grupo de pesquisadores da universidade de Duke afirmou, este ano, ter descoberto as benéficas propriedades do café e dos chás para evitar gorduras no fígado.
A cafeína, além de atuar como protetora para prevenir enfermidades, como odiabetes e os sintomas do Parkinson, parece  ser benéfica também para esta doença. Assim, não faz mal ingerir uma xícara de caféao meio dia e outra de chá à tarde. Nossa saúde nos agradecerá.

Dicas de saúde

Uma dieta balanceada será essencial para combater o fígado gorduroso, controlando as calorias, evitando os inchaços, digestõespesadas e a fadiga crônica, associados a esta doença. Assim, a pergunta básica é: O que devo comer?

  • Fibra: Indispensável. Fornece sensação de saciedade e controla o apetite, absorvendo também menos gordura e açúcares.
  • Pão integral, arroz e massas integrais.
  • Flocos de aveia ou milho natural para o café da manhã, sem açúcares.
  • Inclua legumes em sua dieta, três vezes na semana, e todas aquelas verduras de folha verde.
  • Evite o açúcar. Utilize a estévia como adoçante, esse talvez seja o único recomendado, já que nem a sacarose nem a frutose são adequadas para o fígado gorduroso. Portanto, procure evitar o consumo diário de fruta, devido seu alto nível de açúcares.
  • Evite leite de vaca: é sempre melhor o iogurte desnatado e o kefir.
  • Incremente as vitaminas A, C, E e selênio em sua dieta, ajudam a prevenir a degeneração celular, por isso, recomenda-se, por exemplo que consuma os seguintes alimentos: peixes, gema deovo, tomates, brócolis, pimentões, nozes, espinafre, abacates.
  • Quanto ao selênio, poderoso antioxidante e desintoxicante do nosso fígado, podemos encontrá-lo ao consumir pistache, caju,sementes de abóbora, cogumelos, farelo de trigo.
  • O álcool é certamente o que deverá eliminar completamente de sua dieta.
  • O limão é sem dúvida uma peça indispensável para o fígado gorduroso, será muito benéfico. Adicione-o a água quando for beber e também em suas saladas. Recomendamos especialmente com cenoura.

sábado, 21 de junho de 2014

SÃO LUIS DE GONZAGA




Luís nasceu no dia 9 de março de 1568, na Itália. Foi o primeiro dos sete filhos de Ferrante Gonzaga, marquês de Castiglione delle Stiviere e sobrinho do duque de Mântua. Seu pai, que servia ao rei daEspanha, sonhava ver seu herdeiro e sucessor ingressar nas fileiras daquele exército. Por isso, desde pequenino, Luís era visto vestido como soldado, marchando atrás do batalhão ao qual seu pai orgulhosamente servia.
Entretanto, Luís não desejava essa carreira, pois, ainda criança fizera voto de castidade. Quando tinha dez anos, foi enviado a Florença na qualidade de pajem de honra do grão-duque de Toscana. Posteriormente, foi à Espanha, para ser pajem do infante dom Diego, período em que aproveitou para estudar filosofia na universidade de Alcalá de Henares. Com doze anos, recebeu a primeira comunhão diretamente das mãos de Carlos Borromeu, hoje santo da Igreja.
Desejava ingressar na vida religiosa, mas seu pai demorou cerca de dois anos para convencer-se de suavocação. Até que consentiu; mas antes de concordar definitivamente, ele enviou Luís às cortes de Ferrara, Parma e Turim, tentando fazer com que o filho se deixasse seduzir pelas honras da nobreza dessas cortes.
Luís tinha quatorze anos quando venceu as resistências do pai, renunciou ao título a que tinha direito por descendência e à herança da família e entrou para o noviciado romano dos jesuítas, sob a direção de Roberto Belarmino, o qual, depois, também foi canonizado.
Lá escolheu para si as incumbências mais humildes e o atendimento aos doentes, principalmente durante as epidemias que atingiram Roma, em 1590, esquecendo totalmente suas origens aristocráticas. Consta que, certa vez, Luís carregou nos ombros um moribundo que encontrou no caminho, levando-o ao hospital. Isso fez com que contraísse a peste que assolava a cidade.
Luís Gonzaga morreu com apenas vinte e três anos, em 21 de junho de 1591. Segundo a tradição, ainda na infância preconizara a data de sua morte, previsão que ninguém considerou por causa de sua pouca idade. Mas ele estava certo.
O papa Bento XIII, em 1726, canonizou Luís Gonzaga e proclamou-o Padroeiro da Juventude. A igreja de Santo Inácio, em Roma, guarda as suas relíquias, que são veneradas no dia de sua morte. Enquanto a capa que são Luís Gonzaga usava encontra-se na belíssima basílica dedicada a ele, em Castiglione delle Stiviere, sua cidade natal.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Elaboração de maquetes

Elaboração de maquete (Liza)
    Para elaborar uma maquete é necessário reservar alguns materiais ou mesmo optar pelo tipo de material que deseja utilizar, a aparência que deseja dar à mesma. Abaixo, dou algumas sugestões que podem ser úteis na hora da escolha:

A base da maquete poderá ser feita com:
1. Folha de isopor;
2.Folha de Eucatex.
3.Tampo de madeira;
4.Tampa de papelão grosso e firme;
5.Folha de papel cartão firme;
6.MDF;
7.Caixa de papelão grande;
8. Caixa de sapato;

Fazendo maquetes...

Existem diversas formas e modos de se construir maquetes. Desde as maquetes ou projetos profissionais até os que trataremos mais especificamente aqui, dentro desta postagem: As maquetes escolares. Utilizadas como modo de trazer realidade às aulas e torná-las mais concretas e dinâmicas, os professores vêm utilizando as maquetes. O problema é que nem sempre elas são construídas em sala de aula ou na escola. E aí surgem as dúvidas, os questionamentos que tentarei sanar ao menos um pouquinho aqui: Afinal, como se faz uma maquete? Que materiais se pode utilizar? Como torná-la real e ao mesmo tempo possível de transportar à Escola? Vamos descobrir isto juntos? (Liza)

    Um modo de fazer maquete que vem sendo muito utilizado é o 'desdobrável', ou a maquete feita propriamente dentro de uma caixa. Pode ser caixa de papelão grande ou caixa de sapato, isto depende do seu projeto e do tamanho que deseja dar a ele.

Aqui logo abaixo coloco as fotos das maquetes feitas pelos aluninhos da Tia Evanildes, em caixas de sapato. Como ela mesma explica:

"A criação dessas maquetes contruídas dentro de uma caixa de sapato veio da necesidade de ter um recurso que explicasse para as crianças com é a vida no campo e na cidade, este é o nosso tema trabalhado nas festas juninas."

Achei lindíssimas as maquetes deles, em caixas de sapato e posto as fotos, aqui, para que possam ter uma idéia de como fazê-las. O tema, neste caso, foi "Zona Urbana e Zona Rural".(http://espacoeducar-liza.blogspot.com.br/)

Na casa de minha cunhada querida Helena Barros.


domingo, 11 de agosto de 2013

SUA VIDA MUDA QUANDO VC MUDA

SUA VIDA MUDA QUANDO VOCÊ MUDA (texto da internet)


Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar encontraram na 
portaria um cartaz enorme no qual estava escrito: 
"Faleceu ontem a pessoa que impedia seu crescimento na Empresa. 
Você está convidado para o velório na quadra de esportes".
No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas, depois de
algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava bloqueando seu
crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório.
Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:
- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso?
- Ainda bem que esse infeliz morreu!
Um a um, os funcionários, agitados, aproximavam-se do caixão, olhavam o
defunto e engoliam em seco. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma. Pois bem, no visor do caixão havia um espelho... e cada um via a si mesmo... Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: Você mesmo!
Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida.
Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida e, você é a única
pessoa que pode ajudar a si mesmo.

SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA,
QUANDO SUA EMPRESA MUDA,
QUANDO SEUS PAIS MUDAM,
SUA VIDA MUDA QUANDO VOCÊ MUDA!
VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA. 

terça-feira, 18 de junho de 2013

ALTO DO BODE

Localizado entre Antonio Bezerra, Henrique Jorge e Genibaú, periferia de Fortaleza, o bairro Autran Nunes é conhecido também pelo apelido de alto do bode. Mas também já foi chamado de Caoca e Alto do São Vicente 


Um bairro com muitos nomes, Autran Nunes, vive um tempo muito diferente de quando era chamado de Alto do Bode. Com um aspecto quase rural, ainda é possível brincar na rua com os amigos e conversar com a cadeira na calçada (Foto: ALEX COSTA) No início, era tudo barro vermelho. E muito mato. Autran Nunes chamava-se Alto do Bode. E a fama não era das melhores. Diziam que lá só dava ladrão. E gente morta aparecia vez por outra no meio dos arbustos. A dona-de-casa Raimunda Sousa de Carvalho, 82, mais conhecida como Dona Calunga, sabe bem da história. Foi uma das primeiras a chegar ao bairro. Sentada no alpendre de casa, na rua Professor Virgílio de Moraes, 364, ela foi encontrada por acaso pelo O POVO. Coisa do destino. E lá estava a memória viva da região. Moradora do Autran Nunes há mais de 40 anos (ela já perdeu as contas do tempo exato), Raimunda mudou-se para o bairro com o marido Raimundo Gomes de Carvalho, apelidado à época como Gás, e mais sete filhos pequenos. O lugar era quase completamente desabitado. "Era como no sertão. Só tinha muito era cobra. Nesse tempo era tudo deserto. Não tinha nem estrada. Só tinha uma casa na frente. Não tinha cerca, não tinha nada", lembra. 

No ido dos anos 1960, quando a iluminação do lugar era na base do botijão de gás, ela abriu um comércio que virou ponto de encontro. Segundo Raimunda, eram mais de 40 litros de refresco por dia que não davam conta da demanda. "Minha bodega era cheia de ladrão, mas eu não tinha medo não", conta. Nessa época, o bairro já era conhecido pela alcunha de Alto do Bode. Quem denominou, segundo Raimunda, foi o seu próprio marido (que morreu nos anos 1970 e hoje dá nome ao Centro de Aprendizagem e Integração de Cursos - Caic do bairro). Pelo menos uns 50 anos atrás, o casal morava ainda no bairro ao lado, o Antonio Bezerra, onde mantinha uma criação de cabras. Nesse tempo, o vizinho, que também criava bodes, sentiu falta de um par de novilhos. Deram conta de que os animais estavam amarrados no Alto do São Vicente (a região onde fica o atual Autran Nunes, que, num primeiro momento, ainda teve o nome de Caoca). Os novilhos não foram recuperados nem o ladrão localizado, mas a nova alcunha pegou (e o tom pejorativo também). Mais tarde, arrependido, finado Gás tentou de tudo para fincar o nome Alto do São Vicente com placas e faixas. Foi em vão. Depois, segundo Dona Calunga, o marido resolveu batizar o bairro com um novo nome: Autran Nunes, em homenagem a um juiz amigo. 

Ainda hoje o lugar é lembrado pelo antigo apelido. "Não gosto não. Isso discrimina demais. O nome certo é Autran Nunes", diz a líder comunitária Dalvina Linhares da Silva, 60, moradora há 32 anos do bairro, que recebeu o Vida & Arte Cultura, na sua casa, na rua Tomaz Cavalcante. Ela lembra que, por muito tempo, até mesmo os taxistas se negavam a entrar nas ruas do bairro. Na parada de ônibus, ela ouvia piadas. Hoje a líder comunitária garante que a situação é bem diferente. "Aqui é tranquilo. Já foi mais violento. Antigamente (entre anos 1970 e 1980) tinha um forró nessa rua (Tomaz Cavalcante) que matavam muita gente. Hoje é dentro do normal. De vez em quando, tem brigas. Em 15 dias, matam um. Onde corre droga, corre violência", diz. Mas nem todo mundo quer enterrar a história dos bodes. "Eu continuo até hoje, apesar de ter mudado para Autran Nunes, considerando Alto do Bode. Eu acho até bonito", diz a comerciante Cosma Souza Carvalho, 46, filha de finado Gás e Dona Calunga. Com duas filhas para criar, Cosma mantém um bar ao lado da casa da mãe, mas só vende cachaça até às 10 horas da noite para evitar qualquer transtorno. 

Apesar de tantas histórias de sangue, o bairro - que registra mais de 60 anos - parece uma cidadezinha de interior. Cadeira na calçada é o dia todinho. Conversa de comadre na janela e papo no pé do muro também. As pessoas ocupam as ruas. À pé, de bicicleta. Quase todo mundo se conhece. O horário da calmaria geral é ao meio-dia. O comércio fecha, as portas das casas também. Tudo fica na grade e no cadeado. É um silêncio só. Hora de almoçar e dormir um pedaço. (E proteger-se de qualquer tentativa de assalto, muito comum por essas horas). As construções modestas são todas coladas umas nas outras, formando uma paisagem irregular. A maior parte das casas é de alvenaria. Algumas de taipa são vistas às margens do rio Maranguapinho e da Lagoa do Genibaú. Nesta época do ano, quase todas as paredes estão pintadas pela propaganda de candidatos às eleições. 

Mesmo com o pouco tráfego de veículos, até as ruelas são asfaltadas. As principais vias são a avenida da Liberdade, a rua Professor Virgílio de Moraes (a única por que passa linha de ônibus) e a rua Tomaz Cavalcante (onde fica o posto de saúde, duas igrejas católicas e uma creche). O ponto de encontro do bairro é a Praça da Lagoa. Aos domingos, dizem que o lugar fica lotado. Toca funk e falta espaço para a criançada brincar. Fim de tarde, a caminhada é no calçadão do rio Maranguapinho, ainda que poluído. O ganha pão da população local é mesmo o comércio. Tem de tudo. Oficina de bicicleta, borracharia, mercearia, bares, salão de beleza, papelaria, lanchonete, miudezas em geral. Tem o Studio Fashion Hair, MG Variedades, Mercadinho Francisco, Drink´s Bar, Bar Márcio e Oficina O Gerardo, entre outros tantos, muitos de porta e janela. "Hoje o Autran Nunes está bonito. Tá mais diferente. Tem ruas abertas, quase todas no asfalto. Tem escola de 2° grau, posto de saúde, praça. Iluminação tem por todo canto, saneamento. Tem o calçadão, que tá muito bonito. Quem te viu e quem te vê", orgulha-se Dalvina, ao lado do marido Expedito Neri, 71, funcionário público aposentado, com quem criou seis filhos. 

À tardinha, o ritmo segue lento. Diante de um pôr-do-sol deslumbrante de alaranjado, a criançada brincava no parquinho na Praça da Lagoa do Genibaú, que divide um bairro do outro. Balanço, escorrega, campinho de futebol, pipa. O forró truava - sem incomodar ninguém - num bar do outro lado da rua, onde estava escrito na parede o agrado da casa: "panelada, sarrabulho, bisteca, caldo e calabreza" (assim com "z" mesmo). Um cavalo pastava sozinho na vegetação da lagoa, suja e quase seca. O churrasquinho começava a ser montado na calçada. O estudante Elineudo dos Santos, 10 anos, morador do bairro, era um dos que brincavam por lá. O menino posou para fotos com a camisa de Ronaldinho, número 10 da seleção brasileira de futebol. Como qualquer menino dessa idade, gosta de jogar bola. Logo depois da escola, a praça é o seu lugar. Dele e de tantos outros. Animados com a presença do fotógrafo, numa terça-feira qualquer, meninos e meninas posavam satisfeitos para as lentes. O dia se despedia e era hora de voltar. Com um bucólico Autran Nunes na cabeça. 

Fonte: Jornal O Povo

terça-feira, 19 de março de 2013

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

O olho

“O olho é um farol de luz que flui e afecta profundamente cada uma das células do corpo, inundando-o com um chuveiro de vitalidade invisível. Quantas vezes já se viu forçado a virar a cabeça, só para encontrar alguém a olhar na sua direcção? A causa desta reacção é a percepção subconsciente da luz concentrada na sua direcção...”


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CC Attribution 2.0

Na consulta de iridologia


A consulta

Na consulta de iridologia, e para além das habituais perguntas – relativamente ao actual estado de saúde e queixas relevantes, profissão, ritmo de trabalho, dieta, funcionamento intestinal, qualidade do sono, rotina de exercício físico, ocupação de tempos livres, relacionamentos – o iridologista utiliza equipamentos tão diversos como lanternas, lentes de aumento, câmaras ou lâmpadas de fenda para efectuar um exame detalhado da íris. Através da observação de desenhos, raios, buracos, pontos ou mudanças de cores, o iridologista compara essas zonas da íris com gráficos que mostram a sua zona correspondente no corpo humano. Regra geral, as “tabelas ou mapas da íris” dividem esta em cerca de 90 zonas distintas. Diz-se, não raras vezes, que os “olhos são o espelho da alma” e, no caso da iridologia, não só se aplica (nomeadamente no diagnóstico de perturbações emocionais), como vai mais além, uma vez que as alterações reflectidas na íris são ainda um espelho das perturbações físicas de determinado órgão ou sistema.

Iridologia: diagnosticar através dos olhos

Na medicina natural e alternativa, a iridologia é uma forma de diagnóstico realizada através da observação da íris, uma das estruturas mais complexas do corpo humano. Os historiadores apontam para a existência desta prática já na antiga China e Grécia, tendo sido divulgada e aperfeiçoada com mais afinco desde o século XVII.
Os olhos são as janelas do corpo?

Os iridologistas acreditam que, através da análise da íris, é possível fazer um check-up do nosso estado de saúde, descobrindo eventuais desequilíbrios. O corpo transmite à íris, através de sinais, marcas, alterações de cor e de padrões, um quadro clínico físico e/ou emocional da pessoa em questão. Uma técnica holística que permite “olhar para dentro do corpo” e verificar o funcionamento do organismo, descobrir quais as zonas mais fortes e quais aquelas que estão sobrecarregadas com toxinas. Porém, importa esclarecer que a análise iridológica não determina se uma pessoa sofre de determinada doença intestinal, por exemplo, mas alerta para a existência de alguma instabilidade ou inflação nesse órgão. Apresenta-se, acima de tudo, como um método de diagnóstico precoce e de prevenção, revelando a origem do mal-estar físico, psíquico ou emocional.

domingo, 6 de janeiro de 2013

NIM INDIANO


NIM INDIANO

O nim é uma planta de origem asiática, pertencente à família Meliaceae, natural de Burma e das regiões áridas da Índia (SAXENA, 1983). O nim (Azadirachta indica A. Juss) também pode ser encontrado com os nomes de neen, margosa, nime, lila índio, ou ainda por Melia azadirachta L.,Melia indica (A. Juss.) Brandis e Antelaea azadirachta (L.) Adelb. (KOUL et al., 1990).
É usada há séculos na Índia como planta medicinal, planta sombreadora e mais recentemente como inseticida, na produção de madeira e cosmético. Segundo MARTINEZ (2002), é conhecida há 5.000 anos e apresenta ação contra mais de 430 espécies de pragas que ocorrem em diversos países, causando múltiplos efeitos, tais como: repelência, interrupção do desenvolvimento e da ecdise, atraso no desenvolvimento, redução na fertilidade e fecundidade, e várias outras alterações no comportamento e na fisiologia dos insetos que podem levá-los a morte. Além disso, estudos vêm demonstrando que o nim é uma planta medicinal que pode ser usada como anti-séptico, tônico, vermífugo, na cura da diabetes, malária, problemas dermatológicos, combate a sarna, pulga e outras doenças (MARTINEZ, 2002).
Em vários países, incluindo o Brasil, essa árvore tem sido estudada para fornecer produtos alternativos aos agrotóxicos, como extratos de frutos, sementes, ramos e folhas, e para controlar pragas em culturas onde o uso de agrotóxico não é permitido, como no caso dos cultivos orgânicos.


quarta-feira, 27 de junho de 2012

VÍRUS X BACTÉRIAS


Saiba a diferença entre vírus e bactérias

Chamados de micro-organismos, eles estão em todos os lugares. Alguns podem nos deixar doentes, outros são inofensivos e alguns até fazem bem para o nosso corpo.


Em comum, esses dois têm a força e o tamanho: multiplicam-se rapidamente e são tão pequenos que não podem ser vistos a olho nu. Não é à toa que levam o nome genérico de micro-organismos. Ambos existem aos milhões. Até hoje, cientistas não sabem definir quantos tipos há, mas confirmam que os bichinhos estão por toda a parte, inclusive na nossa pele e dentro do nosso corpo. No caso das bactérias, há até as que fazem bem a nós - caso dos lactobacilos presentes no iogurte, por exemplo, que ajudam a regular a flora intestinal -, mas grande parte delas também é responsável por doenças graves como pneumonia e cólera.